Relatório final
Tendo em conta o modo como cada formador viveu a última sessão da acção, o que se pretende, como reflexão final, é um relatório individual sucinto, organizado ao gosto de cada um, para o qual podem ser mobilizadas as reflexões incluídas no calendário gastronómico (se tal for considerado oportuno).
O Projecto de Trabalho é constituído pelos diversos tipos de participação na referida actividade, nomeadamente, através da concretização do árduo trabalho que vos foi proposto apenas (e sublinho, apenas!) na última sessão presencial.
Questões para serem abordadas no relatório:
1. Reflexão sobre as primeiras escolhas – local previsto, entradas à disposição, bebidas disponíveis, companhia seleccionada - e a respectiva importância/repercussão no processo de digestão.
2. Grau de envolvimento na avaliação da sessão e nas tarefas que lhes foram propostas (de salientar que se devem referir aos dois espaços utilizados!).
3. Dificuldades encontradas durante a actividade e de que forma foram superadas.
4. Importância das escolhas efectuadas, após degustação, tendo em conta a actividade no seu conjunto, o grau de atenção prestado a TODOS os formandos, os temas desenvolvidos e os efeitos psicológicos das escolhas previamente feitas;
5. Sugestões para futuras acções de formação desta natureza.
A entrega do relatório final, prevista ATÉ AO DIA 9 DE ABRIL (há quem ainda seja generoso!) é feita na plataforma da organização, no tópico relativo à última sessão, onde diz “Marcação do próximo evento gastronómico"
Boas reflexões!
Helena Mestre
Apoiado!
ResponderEliminarUrge, para que a especulação e a entropia não grassem, clarificar o seguinte:
ResponderEliminar1.
Afirmar que generosa e sabiamente daria azo ao cumprimento da espinhosa missão que me foi cometida, na qualidade de formador, se estivessem reunidas todas as condições para que o pudesse fazer de modo preciso e justo, sobre o real contributo e a consequente mais-valia de cada um dos formandos nos parcos repastos que tivemos oportunidade de desfrutar.
2. Assim, para não quebrar o princípio da equidade – dar a todos as mesmas oportunidades – esperemos por um RED 2 para que então se possa fazer a devida e cabal avaliação e, consequente, justiça.
3. Finalmente, realçar que na sua essência, o verdadeiro formador é de uma tal estirpe que pauta a sua conduta por um código deontológico que não se coaduna com uma esparrela desta natureza, encapotado convite ao cometimento da mais crassa injustiça e, quiçá, iniquidade.
Tenho dito. A bem da clarificação, da gastronomia e da boa disposição!
Gonçalo
Palavreado não vos falta! Esperemos pela hora da verdade!
ResponderEliminarGostei muito do que acabei de ler! E concluí: há importantes nomes a reter pela defesa de qualquer causa (mais próxima ou mais longinqua...).Parafraseando o Gonçalo:" a bem da clarificação,da gastronomia e da boa disposição"
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